Decidi ter um filho – 5 coisas para pensar!

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decidi ter um filhoLogo que decidi que queria engravidar, não parei pra pensar em tudo que envolve o “ter um filho”. Mas a natureza é sábia, e por isso temos 9 meses para poder planejar bem as coisas, desde a chegada do bebê, até o que desejamos proporcionar a ele no futuro a médio prazo. A única coisa que eu tinha real consciência, é que filhos dão despesas, e para isso é preciso planejamento!
Considero a possibilidade de engravidar novamente daqui poucos meses, sou filha única e acho que o melhor presente que posso dar ao Pedro é um irmão. Vivo dizendo que todo filho merece um irmão pra reclamar dos pais, rsrsrs. Dizem que o segundo filho é mais tranqüilo, afinal já comemos bastante grama no primeiro e parece até que somos expert em vários assuntos ligados à maternidade. Agora, com toda essa experiência, considero algumas questões bem importantes as quais não me atentei na primeira gestação, mas que deveria ter sido considerada desde então.
Planejamento financeiro • Acredito que este seja a base para os demais. Crianças geram despesas e não são poucas. Quando ponho todos os itens na balança, percebo que as fraldas nem são tão caras como viviam me dizendo. Como mães desejamos que nossos filhos nasçam saudáveis, que amamentemos exclusivamente até os 6 meses, e que não tenhamos imprevistos ou as famosas doencinhas de criança. Mesmo que a maternidade pareça ser um mar de rosas (acho que está bem longe disso) a realidade pode ser bem diferente. Temos que estar preparados, para talvez mudar aquela fralda mais barata pela mais cara no caso de um alergia, comprar um bom leite artificial caso não seja possível amamentar, ou até mesmo gastar rios de dinheiro com aqueles leites caríssimos, mega especiais para bebê com APLV ou intolerância a lactose, assim como estar preparado para aquela humilde listinha de remédios no primeiro resfriado. Ter recursos para cuidar dos nossos pequenos sempre que preciso, nos previstos e imprevistos é bom, nos deixa mais tranqüilas e seguras.
Plano de saúde • Já pensou em qual plano contratar pra você e pro seu filho que está a caminho? Se couber no orçamento, escolha um plano com bom valor de reembolso, a maioria dos médicos obstetras já não atendem mais por plano, os partos geralmente são feitos através de reembolso, e pediatra pelo plano é mais raro ainda. No Brasil, o atendimento pelo SUS é precário e quase impossível termos um atendimento decente nas emergências, consultas de rotina e possíveis internações. É melhor não contar com esta possibilidade.
Obstetra • Avalie se seu GO é a melhor pessoa para cuidar da sua gestação, se ele gosta de cuidar de gestantes (já tive um médico que dizia ter ZERO de aptidão para pré natal), se esclarece as suas dúvidas e se respeita sua decisão sobre o tipo de parto. As vezes a mudança de médico se faz necessária no meio da gestação, o que pode causar insegurança pra mãe.
Pediatra • Dediquei um post inteiro sobre este assunto. Mas vale o reforço da importância desta escolha, é um relacionamento que durará alguns anos, e nos primeiros meses será bastante intenso. É importante que o pediatra do seu bebê seja escolhido, visitado e avaliado, antes do nascimento. Essa primeira consulta/entrevista é importante para esclarecer as dúvidas, dividir opiniões, combinar a primeira consulta do pimpolho. Pediatra dedicado é aquele que disponibiliza o número do celular, desde a primeira consulta. ele precisa ser disponível e de fácil acesso, pois com certeza muitas consultas virtuais serão feitas entre as consultas de rotina.
Babá ou escola • A última, mas não menos importante, que pode ser escolhida quando o bebê já tiver nascido. Ontem publiquei os motivos que me fizeram optar por uma babá e desistir da escolinha. Se escolher a escolinha, é legal que receba indicações de gente que já tenha seus filhos matriculados, informações sobre as práticas pedagógicas e algumas visitas ao local. Se escolher a babá, procure por referências, afinal, estamos deixando nosso maior tesouro nas mãos dela. Procure alguém que pense parecido com você quando o assunto for, cuidado, alimentação e rotina diária. Isso evitará conflitos na educação do bebê e possíveis estresses.
Existem tantas outras coisas para pensar, mas acredito que estes topicos acima, já ajudam e muito, a fazer o resto dar certo!

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