Consultando uma oftalmologista pediátrica

Categorias: Saúde
Você sabia que o processo de formação da visão de uma criança termina aos 7 ou 8 anos de idade? Sabia que quase todas as deficiências visuais se identificadas antes do término da formação podem ser tratadas com 100% de eficácia?
Juro que não fazia a mínima ideia da necessidade de passar uma criança em um oftalmologista sem que a escola recomendasse ou a própria criança reclamasse. E é aí onde erramos, pois quando a criança tem condições de especificar exatamente a sua dificuldade ela já está com a formação visual concluída, pois esta percepção de que algo não vai bem somente é notada pela criança entre os 7 e 8 anos de idade. Se o problema for percebido nesta fase alguns tratamentos serão ineficazes, restando apenas a alternativa dos óculos ou cirurgia, quando possível.
Estes dois parágrafos aí são o relato praticamente fiel ao que ouvi quando perguntei à oculista se levar um bebê de apenas 1 ano e 11 meses para esta consulta não era procurar pelo em ovo. Ela atende crianças com poucos meses, disse que desde cedo é possível examina-las!
A consulta com a oftalmologista foi indicada pela pediatra do Pedro depois de comentar que papai e mamães eram míopes desde muito cedo e que o papai mesmo de óculos não enxerga muito bem. Andrea como sempre tinha um nome a indicar e foi com esta oftalmologista que marcamos a primeira consulta do Pedro. Ahhhh agenda cheia, espera de 2 meses para conseguir um horário. Consultório igualmente cheio, quase 1 hora de atraso, mas no fim valeu muito a pena.

Crianças de até 2 aninhos tem as pupilas dilatadas antes da consulta, isso porque não sabem responder aos questionamentos da médica. O colírio utilizado é específico para bebê e arde muito menos do que aquele famoso que conhecemos e queremos fugir quando dizem que teremos que pingar aquela coisa terrível no olho.
A consulta não é muito longa, o bebe senta na cadeirinha junto com a mãe e com luzes e acessórios a médica vai avaliando a criança. Sem perceber ela já olhou tudo e mais um pouco dentro do olho do bebê. No caso do Pedro, as notícias foram ótimas, ao contrário da gente, ele tem a visão perfeita, não tem estrabismo (nem todos são visíveis por nós pobres mortais) e deverá passar em nova consulta daqui 2 anos. A única deficiência que não se pode notar antes dos 3 ou 4 aninhos é o daltonismo pois para identifica-lo é preciso que o paciente saiba falar e distinguir cores.
Outra informação importante é sobre o uso de óculos de sol, assim como devemos proteger a pele sensível do bebê, devemos proteger os olhos, pois enquanto a visão ainda está em formação, o óculos protege dos raios solares e contribui para a diminuição da fotossensibilidade.
Pedro usa óculos de sol desde seus 8 meses de idade, quando planejamos a primeira ida à praia com ele. Ele curte o óculos escuro e se adaptou super bem a ele. Tão importante quanto usar óculos, é usar um bom óculos de sol com lentes boas, pois óculos com lentes inadequadas podem prejudicar a visão causando perda de visão entre outros.
Aqui usamos o óculos da Chicco, tem um preço acessível, tem jeitinho de crianças, tem várias opções e são confortáveis. A médica disse que as lentes são de fato boas e podemos seguir com eles o quanto pudermos.
A médica que consultamos fica em São Paulo, próximo ao Shopping Paulista e Hospital Osvaldo Cruz, fácil acesso de carro, ônibus e metrô. Passamos com ela pelo plano da Sulamérica Saúde, mas ouvi pelas secretárias que ela atende outros planos também, mas não sei dizer quais.

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