Os filhos crescem e o amor também

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OOOOIIIIIII 🙂

Sempre ouvi dizer que amor de mãe é aquele que não cabe no peito, o maior amor do mundo, que é um amor incondicional e que só conhecemos quando eles nascem. Depois da maternidade, comecei a entender essas definições de amor de uma maneira quase que cronológica.

O amor por um filho nasce antes mesmo da gente conhece-lo. Passamos a amar desde a barriga essa pessoinha que nem sabemos como será.
Passamos os primeiros dias tentando fazer tudo como manda o “manual”, ou seguimos tentando todos aqueles palpites que mais atrapalham do que ajudam, e quando paramos para respirar, o primeiro mês já foi.

O segundo mês é onde conseguimos pensar em tomar banho, comer e tentar estabelecer qualquer tipo de rotina. Mas a rotina depende muito mais do bebê do que da gente, então nossa vida facilmente vira um caos e dependendo como for, o tempo passa tão depressa que pouco percebemos.
O terceiro mês parece meio mágico, pois nossos filhos começam a interagir, criar sua própria rotina e nós começamos a perder o medo de sair de casa com eles. Acho que é nesta época em que o amor vira uma espécie de encantamento e passamos a vibrar com cada novidade. Nessa época as fotos ficam ainda mais fofas, pois é quando as bochechas aparecem bem fofinhas para apertar e fotografar. Acho que foi neste momento em que me apaixonei pela maternidade.

Depois do terceiro mês parece que o amor foi aumentando a medida que a interação foi acontecendo. Cada dia uma novidade, cada dia um encantamento. Até que voltei a trabalhar e comecei a me sentir útil novamente. Neste momento o trabalho era quase um descanso da maternidade. Embora perto de casa, almoçar todo dia por lá as vezes era bastante cansativo e quando não aguentava mais, o Pedro foi passar uns dias na casa da minha mãe junto com a babá. Acho que descansei pelos próximos dois anos.

Assim que o Pedro voltou, o nosso relacionamento mãe e filho parece que se fortaleceu e foi se transformando aos poucos pra muito melhor.

Hoje em dia eu morro de saudades dele o dia inteiro, e tento sempre almoçar em casa. Logo pela manhã acordo mais cedo para ficar mais tempo brincando, interagindo e vou pro trabalho com o coração na mão, mais do que quando ele tinha apenas 6 meses. Chego em casa desesperada pra pega-lo no colo e brincar até cansar.

Acho que sim, o amor cresce a medida que os filhos crescem, pois o relacionamento se transforma e deixa de ser apenas cuidado e passa a ser carinho, atenção, abraço e amor, muito amor.

Hoje eu sinto ainda mais falta do meu filho quando estou no trabalho, sinto mais saudades quando ele adormece, e me alegro demais com seu sorriso assim que ele acorda todas as manhãs.

Meu filho, meu tesouro, meu amor incondicional. Hoje e sempre.

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