A influência da mídia na vida das pessoas e crianças

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Este tema não parece ter muito a ver com bebês, mas se pensarmos um pouquinho melhor, tem sim e muito!
Esta semana temos acompanhado o caso dos resgates dos quase 200 Beagles que foram submetidos a testes cruéis no Instituto Royal. A notícia está em várias páginas da internet e inúmeras matérias para a TV foram feitas. Analisando com calma, podemos ver o quanto a mídia manipula a grande massa e publica somente o que quer que esta absorva. Temos uma grande diferença percebida entre a Rede Globo onde o foco da reportagem é sempre a invasão e o inquérito que foi aberto e a Rede Record que ouviu também os ativistas e expôs a real situação desses cães. Alguns deles nem conseguem mais se alimentar. 
Será que o foco na investigação e invasão apresentada exaustivamente pela maior emissora de televisão do país está correta? Não, eu não consigo ver nada de bom neste foco. De verdade não sei como dormem as pessoas que tem tanto acesso a informação e ditam suas reportagens a fim de manipular a grande massa. É um absurdo este Instituto dizer que tem carinho pelos animais e que nunca sofreram maus tratos. Mas as imagens comprovam a real situação dos bichanos.
O que nós e nossos filhos tem a ver com essa história? Tem que eles são o futuro da nação, são os próximos formadores de opinião. Lembram do velho ditado “É de pequeno que se torce o pepino”? Então, é nesta fase que muitos pais acham que a TV é um ajudador na educação da criança, que é o momento em que finalmente a mãe que não tem uma ajudante doméstica pode cuidar de si e da casa. Será que isso é educar? Será que esta é a melhor maneira de ocupar o tempo do seu filho? Não sou contra um filho ser educado parcialmente pela babá ou pelas tias da escolinha, mas acho que o tempo que dedicamos aos pequenos deve ser criativo e interativo. A TV não tem nada de interativo e educativo, ela apenas prende a atenção, mas não colabora com o desenvolvimento motor e cognitivo. Para tal desenvolvimento, atividades e brincadeiras pedagógicas são as mais indicadas.
Acho que vale um esforço extra em nos tornarmos mais interessantes do que a Galinha Pintadinha, os canais de desenhos infantis e os tablets que estão sempre a disposição desde tão cedo na vida dos pequenos. Não é necessário nenhum tipo de radicalismo, mas estabelecer limites e rotinas, produzem resultados positivos ao longo do tempo. O que vemos não é só entretenimento e sim um mercado violento de consumo, tudo relacionado a tal galinha custa uma fortuna e é objeto de desejo da maioria das crianças, isso acontece não só com esta personagem, mas também com vários outros que vemos por aí. Difícil ir contra este consumismo desenfreado, mas não impossível!
Queremos filhos criativos, ativos, formadores de opinião e questionadores ou queremos filhos preocupados com o que vai passar na TV e satisfeitos com as noticias abordadas apenas de um lado da história, felizes e entretidos com qualquer program sem o mínimo de qualidade?
Este é um assunto sempre muito polemico, mas importante para pensar, analisar a educação e o tempo que temos dedicado aos nosso tesouros.

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