Bebê chegou, como ficam os pets?

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Pessoas casando mais tarde, mulheres adiando a maternidade e prol da carreira, são os principais fatores para a escolha de um pet. É também muito comum que estes sejam tratados como filhos e façam parte da rotina da casa, afinal a atenção é só pra eles. O número de pets tem aumentado nos lares a cada dia. Fato bacana, visto que muitos destes são bichinhos resgatados das ruas que tem a grande chance de ganhar um lar. Há também quem prefira escolher determinada raça, compatível com sua realidade de tempo e espaço para fazer parte da família. De raça ou vira lata, o cuidado com a saúde animal, é tão importante quanto a nossa, a diferença é que a maioria dos animais não tem muitos problemas de saúde, exceto na velhice, onde apresentam algumas deficiências como perda de visão, e no caso dos gatos, insuficiência renal. De resto, é só manter a carteira de vacinação em dia e curtir o bichano. 
Quem nunca ouviu durante a gestação, que cães e gatos, devem ser doados para evitar doenças e problemas? Principalmente os gatos que são tidos como traiçoeiros e transmissores de toxoplasmose (já publiquei um texto só sobre este assunto). Se você foi premiada com um(a) médico(a) que não discute sobre o assunto e acha que a única solução é se livrar dos bichos, considere seriamente mudar de médico. Isso só prova a falta de informação do profissional.
Quando se espera um filho, é natural que a rotina mude, e as prioridades também. O bichanos, sensíveis como sempre, costumam sentir bem esta mudança. É importante separar um tempo só pra eles, afinal, em pouco tempo, precisarão aprender a dividir “pai e mãe” com o novo integrante da casa. Esta divisão de tempo é sempre desigual, e naturalmente, os bichanos vão sendo deixados de lado. Agora, ganha quem grita mais e primeiro. Neste caso, o bebê. Procure separar 5 minutinhos para uma sessão intensiva de colo e carinho, que você vai perceber a mudança repentina de carente para feliz

Os bichanos também devem ser lembrados na hora de prepararmos o quarto e as coisinhas do bebê. Caso prefira que ele não frequente este novo quarto, você tem 9 meses para treina-lo para isso. Proibi-lo de entrar no quarto somente quando o bebê chegar da maternidade, vai gerar ciúmes e ansiedade. É mais fácil para ele entender que aquele espaço é proibido desde sempre, e não que se tornou proibido pela chegada do bebê. Ajuda e muito, a familiarização antecipada do animalzinho com o cheiro do bebê. Quando o papai passar em casa no período em que você ainda estiver na maternidade, aproveite e mande uma roupinha usada pelo pequeno. Coloque numa poltrona ou sofá que seu pet costuma frequentar, isso ajuda a associar o cheiro do bebê com coisas boas e costuma facilitar muito a integração, principalmente quando se tem um felino em casa.
A medida que o bebê vai crescendo, a interação com o animal vai se tornando interessante e costuma ser bem tranquila. Aqui em casa só o fato dos gatos passarem perto do Pedro, já é motivo de gritinhos e risadas, quando eles se aproximam, puxar o rabo parece ser o grande desafio.
Sou mãe do Pedro, da Domitila e do Paçoca, um humano e dois felinos. A convivência por aqui é tranquila e feliz, mesmo com a concorrência constante pelo melhor lugar no sofá!
Se vc tem bebê e pet, aqui algumas fotos do meu filho junto com o Paçoquinha, um dos nosso gatos!

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